quarta-feira, 10 de julho de 2013

Sertanejo

                                                         Sertanejo

    Bom pra começar, sim, eu gosto de sertanejo, e acho que o sertanejo não é só essas duplas de hoje em dia, como Munhoz e Mariano, não que as músicas deles sejam ruins. Mas eu cresci ouvindo sertanejo que o meu avô tanto cantava e até fazias uns solos de assobio; como aquilo era irritante, acho a coisa mais idiota as pessoas falarem que sertanejo é de gente caipira e besta, porque eu sou assim, eu nasci e cresci numa fazenda e se sinceramente as pessoas acharem isso, eu não ligo, vou continuar amando sertanejo, vou continuar sendo do mesmo jeito.
Agora depois do meu desabafo vamos ao que interessa!
                    
                                          História da Música Sertaneja
   
     
No Brasil, denomina-se música sertaneja o estilo musical autoproclamado herdeiro da "música caipira" e
da moda de viola, que se caracteriza pela melodia simples e melancólica; muitas vezes é chamada de música do interior. Hoje em dia, o termo música sertaneja vem, aos poucos, sendo substituído pelo termo música country devido à influência da música country norte-americana que a indústria brasileira está usando como novo segmento comercial na televisão e na indústria de gravação.


O adjetivo "sertanejo", originalmente, refere-se à cultura nordestina, do interior, que encontrou vegetação e clima hostis, além da dominação política dos "coronéis", obrigando a desenvolver uma cultura de resistência, do matuto, legitimamente sertanejo, conhecedor da caatinga. Difere-se da cultura caipira, originária na área que abrange o interior de São Paulo e os Estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná. Ali se desenvolveu uma cultura do colono que encontrou abundância de águas, terra produtiva e um clima mais ameno, típico do cerrado.

Conhecida como "Caipira" ou "sertaneja" a execução composta e executada das zonas rurais, do campo, a antiga Moda de viola. Os caipiras, ou sertanejos, às vezes duplas ou solo, utilizavam instrumentos artesanais e típicos do Brasil-colônia, como viola, acordeão e gaita. Cornélio Pires é o primeiro grande promotor desta música, foi ele o primeiro a conseguir, em 1928, que este estilo entrasse para a discografia brasileira, sendo considerado o precursor dos sertanejos da chamada cultura de massa. Ele gravou vários discos e popularizou a música caipira no Brasil
 No entanto, a partir da década de 1980, tem início uma exploração comercial massificada do estilo "sertanejo", somado, em muitos casos, à uma releitura de sucessos internacionais e mesmo da Jovem Guarda. Surgem inúmeros artistas, quase sempre em duplas, que são lançados por gravadoras e expostos como produto de cultura de massa. Esses artistas passam a ser chamados de "duplas sertanejas". Começando com Chitãozinho & Xororó e Leandro & Leonardo, uma enxurrada de duplas do mesmo gênero segue o fenômeno, que alcança o seu auge entre 1988 e 1990..
Em seguida, começa uma decadência do estilo na mídia. A música sertaneja perde bastante popularidade, mas continua sendo ouvida principalmente nas áreas rurais do Centro-Sul do Brasil.
No entanto, no início da década de 2000, inicia-se uma espécie de "revival" desse estilo, principalmente devido ao sucesso de duplas, como Guilherme & Santiago, Bruno & Marrone, Edson & Hudson e, mais tarde, Jorge e Mateus, Victor & Leo e César Menotti & Fabiano, e sua ampla divulgação na mídia, sobretudo a televisiva.

Ao longo dessa evolução, evitou-se cuidadosamente o termo "caipira", que era visto com preconceito nas cidades grandes. O estilo "sertanejo", ao contrário da música caipira, tem pouca temática rural para poder agradar a habitantes de cidades grandes.
A música rural que mantém seus temas, (feita por Cornélio Pires, João Pacífico, Tonico & Tinoco, Alvarenga & Ranchinho, Pena Branca & Xavantinho, Zé Fortuna & Pitangueira, entre outros), para se diferenciar da música sertaneja, passa a se denominar então de "música de raiz", querendo dizer, com isso, que está ligada verdadeiramente às suas raízes rurais, à moda de viola e à terra, ao sertão, pois o termo "bens de raiz" significa as propriedades agrícolas.
Recentemente (1999) , o compositor Renato Teixeira compôs a música "Rapaz Caipira", como crítica aberta à "música sertaneja" e fazendo renascer a expressão "música caipira".
A Música Sertaneja, assim como vários outros estilos de música, pode ser subdivido em vários sub-gêneros, alguns até mesmo muito diferentes entre si.Entre os principais estão:
·        Caipira ou de Raiz
·        Sertanejo Romântico
·        Country Music

·        Sertanejo Universitário
                                  PLAYLIST

Caipira ou de Raiz 
♥  Rei do Gado; Palmeira e Bigua
♥  Moreninha Linda; Tonico e Tinoco
Vontade Dividida, Milionário e José Rico
Sertanejo Romântico:
♥  Fada; Victor e Leo
Abelhas; Loubet
No rancho Fundo; Chitãozinho & Xororó
Country Music:
1976; Alan Jackson
Any Man Of Mine; Shania Twain
Man! I Feel like a woman; Shania Twain
Sertanejo Universitário:
Homens e Anjos; Fernando e Sorocaba 
Caso por acaso. César Menotti & Fabiano
A gente nem ficou; Jorge e Mateus

Fonte:http://www.altiaqui.com.br

sábado, 29 de junho de 2013

Houve um tempo em que o rock brasileiro não tinha roupas coloridas, cabelos espalhafatosos nem letras imbecis em arranjos infantis. Um tempo em que o verdadeiro precursor do rock nacional, o homem que nasceu a 10.000 anos atrás, que assistiu o dia em que a terra parou, encontrou o MDC do amor e perdeu seu medo da chuva, escolheu para partir tranquilo, pois cria que tudo estava em boas mãos.
E o principal motivo deste amadurecimento do rock deste país, na minha modesta opinião, atende pelo nome de Legião Urbana. E, como nas lendas, tudo deu certo quando tudo parecia dar errado.
Legião Urbana surgiu em Brasília em 1982. Lançaram dezesseis álbuns, somando mais de 20 milhões de discos vendidos. Ainda hoje, é o terceiro grupo musical da gravadora EMI que mais vende discos de catálogo em todo o mundo, com uma média de 250 mil cópias por ano. A Legião Urbana acabou com a morte de Renato Russo, mais em compensação deixou varias músicas que marcaram a história do Brasil.
 Então borá das o play nas minhas músicas preferidas, que eu sei que você também vai adorar!

♥Que país é esse?
♥Mais uma vez
♥Pais e Filhos
♥Quase sem querer
♥Meninos e Meninas
♥Faroeste Caboclo
♥Eduardo e Mônica
♥Tempo Perdido
♥Será
♥Os Bons Morrem Jovens

Se você ainda não conhece a talentosa Clarice Falcão, está mais do que na hora de deixá-la entrar na sua vida, viu? Até por que a cantora é uma das grandes apostas da música nacional e tem tudo pra fazer o maior sucesso esse ano e conquistar você também, hihih! Saiba mais sobre ela:
Clarice tem 23 anos e nasceu em Recife, no Pernambuco. Ainda na adolescência ela começou a participar de várias peças no teatro, mas foi em 2007 que ela começou a ganhar fama com o sucesso do curta-metagrem “Laços”, que ganhou um concurso promovido pelo Google e foi exibido no famoso Festival Sundance de Cinema. Além de “Laços”, Clarice atuou e dirigiu outros curtas que fizeram sucesso na rede.
No ano seguinte ela estreou seu primeiro grande papel na novela “A Favorita”, da Globo, e chamou ainda mais a atenção. A partir daí ela trabalhou como atriz em diversas peças e em humorísticos do canal Multishow. A fofa ainda mostrou todo seu talento como roteirista no seriado “Louco Por Elas”. Demais, né?
Dona de uma voz suave e doce, ela encanta com suas próprias composições, que falam sobre o amor de uma forma divertida e romântica ao mesmo tempo. O clipe da música “Monomania” já tem quase dois milhões de visualizações no youtube. Wow! Clarice ainda está trabalhando no seu CD de estreia, mas já deu pra matar um pouco a curiosidade do que esperar das músicas ouvindo o EP que ela lançou em dezembro de 2011. Ele contém quatro faixa e atingiu a lista dos mais vendidos no iTunes Brasil. Sucesso demais! Bora dar o play nas minhas músicas preferidas!

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Personagem da Semana: Harry Potter parte 2

Eu disse na primeira parte do Personagem da Semana que achei melhor dividir o post em dois, porque Harry Potter tem muito conteúdo. Escrevendo a segunda parte, vi que seria necessária uma terceira parte ainda (haja informação, hein). Na primeira, vimos as curiosidades de cada livro do HP e como ele foi criado. Agora veremos curiosidades de cada um dos filmes. Na terceira e última (que sai essa semana também), veremos mais algumas curiosidades extras. Esse é um prato cheio para os fãs.
Curiosidades: Filmes
Harry Potter e a Pedra Filosofal
• O filme é conhecido como Harry Potter e a Pedra Filosofal em todos os países do mundo, menos nos EUA, que foi mudado para Harry Potter e a Pedra Feiticeira. Por isso, toda cena em que era mencionada a pedra filosofal, foi gravada duas vezes, uma vez como “philosopher” e outra como “sorcerer”.
• Um tablóide londrino divulgou que um outro ator teria dublado algumas cenas de Daniel Radcliffe, porque sua voz aparece um pouco diferente às vezes. Apesar da voz do garoto ter falhado em alguns momentos, ele fala todas as falas do filme. As cenas foram filmadas em ordem e sua voz muda gradativamente ao desenrolar do filme.
• Em Gloucester, Inglaterra, houve uma grande manifestação quando foi anunciado que uma de suas catedrais seria usada para algumas cenas de Hogwarts. No fim, só um protestante apareceu vestido de queijo suíço (WTF?!?!?!? – a única explicação que eu pensei é porque fede). As filmagens ocorreram sem maiores problemas (tirando uma praga que cairá sobre todos que foram coniventes com isso).
• Richard Harris só aceitou a vaga de Dumbledore depois que sua neta de onze anos ameaçou por telefone nunca mais falar com ele e desligou na sua cara antes que pudesse responder.
• No livro diz que Harry tem olhos verdes, no filme são azuis porque Daniel não se adaptou às lentes de contato.
• Um dos retratos na cena das escadas que se movem é uma pintura da segunda mulher do rei Henrique VIII, Ana Bolena. Havia boatos de que ela era uma bruxa.
• O filme bateu o recorde nos EUA como o que estreou em um maior número de cinemas na história.
• A Reuters anunciou no dia 9 de julho de 2001 que um alto escalão da Associação Inglesa de Bruxos não tinha curtido a decisão do estúdio de ter os atores voando com o lado da escova da vassoura para trás. Kevin Carlyon alega que nos século XVI e XVII os bruxos voavam com a escova para frente. Carlyon jogou um feitiço contra a Warner para que o filme não fizesse sucesso até que eles concertassem o erro. (WTF???)
• A princípio o cargo de diretor foi oferecido a Steven Spielberg, porém ele entrou em atritos com Rowling quanto ao fato dela exigir que todo o elenco fosse de ingleses. Ele queria o ator Haley Joel Osment fizesse o papel de Harry (nada contra… mas que bom que não foi).
Harry Potter e a Câmara Secreta
• O filme começou a ser produzido apenas 3 dias após o término de Harry Potter e a Pedra Filosofal.
• Richard Harris (Dumbledore) faleceu aos 72 anos pouco antes da estréia do filme.
• Aragogue, a aranha gigante amiga de Hagrid, tem 3 metros de altura e uma envergadura de 5 metros e meio. O monstrão funciona com uma complexa combinação de aquatrônicos e uma série de computadores com monitores de vídeo. Ela pesava um total de 750kg.
• A Câmara Secreta mede 76m x 36m (!!!), superando a Sala Comunal, que mede 47m x 12 m.
• Shirley Henderson (a Murta Que Geme), já tinha 35 anos quando foi escalada para o papel, mesmo com a carinha e voz de criança.
• Os atores Hugh Grant (clichê) e Alan Cumming estiveram cotados para interpretar o prof. Gilderoy Lockhart.
Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban
• O ilusionista Paul Kieve trabalhou como consultor no filme, ensinando pequenos truques de mágica para vários integrantes do elenco.Foi o primeiro ilusionasta a prestar serviço de consultoria para um filme. Ele faz uma pequena aparição na cena do Três Vassouras.
• Bicuço está defecando na cena em que Harry se aproxima dele, isso não costuma aparecer em filmes, principalmente levando em consideração que o animal foi feito por computação gráfica.
• As tatuagens de Sirius Black foram inspiradas em gangues de prisões russas e indicam que a pessoa deve ser temida e respeitada.
• Alguém reparou que quando Harry ganha o Mapa do Maroto dos gêmeos Weasley o nome Moony (Traduzido como Aluado), está escrito Mooney? Não é um erro, mas sim uma homenagem para o Supervisor dos Efeitos Visuais, Karl Mooney.
• A música cantada pelo coro no Salão Principal (“Double Trouble”) veio da peça Macbeth. Há boatos de que William Shakespeare pediu o feitiço para bruxas de verdade, e por isso “dá azar” interpretar a peça. Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban é o filme de menor bilheteria de todos….. Será????
• O diretor Alfonso Cuarón pediu para que os atores dos 3 personagens principais escrevessem uma redação sobre eles para que ele pudesse se familiarizar com eles. Emma Watson, agindo como Hermione, escreveu uma redação de 16 páginas. Daniel Radcliffe escreveu somente uma página. Rupert Grint esqueceu de fazer a redação.
Harry Potter e o Cálice de Fogo
• O diretor Alfonso Cuarón recebeu a oferta para dirigir este filme também, mas como ainda estava trabalhando em O Prisioneiro de Azkaban, ele recusou.
• Mike Newell descartou a ideia sugerida pela Warner de dividir o filme em dois, pois achou que não ficaria plausível. Então ele cortou muitas cenas, e alguns personagens como os Dursley e Molly Weasley.
• Foi o primeiro filme da série a ter uma censura de 13 anos. Todos os anteriores eram livres.
Harry Potter e a Ordem da Fênix
• Mira Nair e Jean-Pierre Jeunet foram convidados para dirigir o filme, porém ambos recusaram a proposta.
• Evanna Lynch foi escolhida entre 15 mil candidatas para a personagem de Luna Lovegood.
• Helen McCrory foi escolhida para interpretar Bellatrix Lestrange, mas teve que desistir do papel por ter engravidado.
• Assim como fez com Cedrico Diggory em Cálice de Fogo, J. K. Rowling chorou bastante ao matar Sirius Black. O marido de Rowling, Neil Murray, encontrou a escritora chorando na cozinha e foi consolá-la, enquanto ela dizia “Ele se foi”. Murray, que não sabia de quem Rowling estava falando, não entendeu nada (tá, essa foi do livro… mas como não coloquei antes achei que ia ser legal colocar aqui).
Harry Potter e o Enigma do Príncipe
• Segundo filme da série dirigido por David Yates. O Anterior foi A Ordem de Fenix. Ele também dirigiu os dois últimos.
• Guillermo Del Toro também foi convidado para dirigir este filme, mas recusou por estar trabalhando em Hellboy 2 – o Exército Dourado.
• Naomi Watts era a primeira opção para interpretar Narcisa Malfoy, mas teve que recusar o papel por conflitos de agenda. Helen McCrory que teve que recusar o papel de Bellatrix no filme anterior por causa da gravidez acabou pegando o papel de Narcisa neste filme.
• Emma Thompson quis fazer Nanny McPhee and the Big Bang ao invés de continuar com Harry Potter, então Sibila Trelawney foi cortada.
• Robert Knox, o intérprete de Marcos Belby, foi assassinado em frente a um bar em 24 de maio de 2008.
• Os equipamentos usados para fazer os personagens voarem nas cenas de quadribol tiveram que ser redesenhados, principalmente pelo fato dos garotos terem crescido.
• John Malkovich e Rowan Atkinson (Mr. Bean) foram considerados para o papel de Lord Voldemort (!!!). OMG, já imaginaram o MR. BEAN interpretando o LORD VOLDEMORT??????? NÃO IA FAZER O MENOR SENTIDO.
Harry Potter e as Relíquias da Morte (partes 1 e 2)
• Durante a gravação, a produção e os atores fizeram uma pausa de dois minutos para homenagear os mortos da Primeira Guerra Mundial, no dia 11 de novembro, quando comemora-se o Remembrance Day no Reino Unido.
• As partes 1 e 2 começaram a ser gravadas no primeiro semestre de 2010 em Londres, e foram filmadas simultaneamente.
• O projeto inicial previa que o filme seria gravado em 3D. No entanto, o tempo não foi suficiente para que a tecnologia fosse usada no prazo estipulado de lançamento pelos estúdios.
• Uma das cenas mais esperadas pelos fãs é o beijo entre Daniel Radcliffe e Emma Watson. O ator fez uma revelação sobre a cena: “Eu pensei que seria um momento leve e sensual, mas acabou sendo uma cena vigorosa. Emma foi realmente com vontade! Me pegou com a guarda baixa, mas não estou reclamando. Muitos homens dariam uma costela para estar naquela posição, então por mim tudo bem” (a cena faz parte de um sonho de Rony).
• O diretor afirma ainda sobre a cena que ela teve que ser gravada duas vezes, pois ele gostaria que ela ficasse “pagã e selvagem”.
• Já Emma, diz que a cena foi difícil de ser gravada: “Daniel e eu somos como irmão e irmã, então foi difícil fazer com que parecêssemos apaixonados, acredite”.
Fim da parte 2.
Fonte: http://garotasgeeks.com/wordpress/

terça-feira, 18 de junho de 2013

NÃO SÃO SÓ 20 CENTAVOS!!!

O movimento contra o aumento da tarifa do transporte público viveu na segunda-feira sua jornada de maior êxito em São Paulo, com dezenas de milhares de manifestantes. E não só lá, mas em outras oito cidades onde também marcharam milhares de pessoas. Em Brasília, centenas de manifestantes ocuparam durante meia hora o telhado do Congresso, desenhado pelo falecido Oscar Niemeyer.

Os slogans em São Paulo eram dos mais variados, mas tinham um elemento comum, claro e preciso: o rechaço ao aumento da passagem de ônibus. E uma declaração de intenções: nada de violência.

Nos cartazes que se viam nas mãos dos 65 mil manifestantes, segundo cálculo do jornal "Folha de S.Paulo", havia de tudo. Desde o clássico "Faça amor e não a guerra" até "Liberdade para Assange" escrito em inglês; "Não venha para a Copa", também em inglês; "Desculpem o incômodo, estamos mudando o país"; "Não são os centavos, são os direitos"; "Se algum centavo fosse para a educação, eu não estaria aqui";

"Por uma vida sem catracas"; "Transporte não é mercadoria". Entre os slogans, ouviu-se "O povo unido não precisa de partidos", mas o mais repetido, acompanhado por dezenas de tambores em um ambiente plenamente festivo, foi o que convidava a sair à rua contra o aumento das tarifas do transporte.

O protesto contra o aumento de 20 centavos em São Paulo havia levado às ruas dezenas de milhares de pessoas nos dias anteriores. Dez dias, mais de cem feridos e 230 detidos depois da primeira marcha, dezenas de milhares de pessoas se somaram às convocações do Movimento Passe Livre, que reivindica o acesso gratuito ao transporte público. Mas agora as razões do protesto são mais vagas e ambiciosas.
Por quê?

Quando se pede a um entrevistado para escolher um só motivo dentre todos os que o levaram à rua, a resposta quase nunca surge imediatamente. Mas acaba chegando.

"Eu me manifesto pelos direitos humanos dos indígenas, dos homossexuais, das minorias", explica a ativista Rebeca Lerer, 36. "O aumento da tarifa é só a gota que transbordou o copo", acrescenta. "Fora do Brasil se diz que tudo está tudo bem, tudo lindo, mas a questão fundamental é que não estamos solucionando os problemas históricos de desigualdade."

Lerer acredita que a administração do transporte na cidade mais populosa do país, com 11 milhões de habitantes, fomenta essa "desigualdade histórica". A maior parte dos recursos se destina à indústria do automóvel, e deixam de lado o transporte público. O tráfego é um caos, muita gente demora três ou quatro horas para chegar ao trabalho. E entre a meia-noite e as 5 da manhã não há transporte. Na periferia existem ilhas de pessoas que nunca vieram ao centro, porque para elas trasladar-se é um luxo. A ida e volta de casa para o trabalho custa R$ 6 por dia. Isso é muito dinheiro para muitos. Com essas condições, como se pode permitir um aumento?"

"Os 20 centavos daqui são o parque de Istambul", explica um grafiteiro de São Paulo que prefere não revelar seu nome, referindo-se aos protestos que se desencadearam na Turquia devido à construção de um shopping center sobre um parque adjacente à Praça Taksim. "Eu estava há vários anos pintando grafites contra os aumentos", acrescenta. "Há cerca de três anos, quando subiram o preço para R$ 3, eu já disse que era um roubo. Também pintei há quatro anos contra a forma como se estava administrando a Copa do Mundo. Está sendo feito por baixo da mesa, sem transparência. E escrevi em um grande muro onde dizia que se fosse disputada a Copa da Corrupção o Brasil já teria ganhado. Também pintei muitas vezes a frase 'Vamos para as ruas', porque o Facebook não basta. E de repente as pessoas responderam. Há cartazes que diziam 'Saímos do Facebook'."

Por que agora? "Por dois fatores: Istambul e a chegada da Copa em 2014", continua o grafiteiro. "O movimento em Istambul começou porque o governo pretendia destruir uma praça para construir moradias. E nós temos aqui muito mais terra verde arrasada na Amazônia que em toda a Turquia. Assim, a gente vê as pessoas em Istambul protestando e se pergunta o que fazemos parados. E por outro lado há a Copa de 2014.

Sabemos que todo mundo olha para nós e que somos o país do futebol. Mas não queremos ser conhecidos só pelo futebol."

Seu amigo e companheiro militante na tarefa de divulgar o protesto nas redes sociais, o fotógrafo Rafael Vilela, responde: "Eu me manifesto porque creio que outro mundo é possível. E quem sabe se dentro de alguns anos as pessoas lembrarão que tudo começou por causa de 20 centavos".

"Eu me manifesto para pedir respeito", acrescenta o economista Caio Tendolini, 28. "Há falta de respeito da comunidade religiosa pelos gays. E também de certas organizações gays que afirmam que todos os evangélicos são racistas e homofóbicos. Há falta de respeito para com as mulheres que querem abortar. E o Congresso pretende aprovar um projeto em que se proíbe o aborto inclusive em caso de violação. Não se respeitam os povos indígenas porque se pretende destruir seu hábitat na selva para construir a represa hidrelétrica de Belo Monte..."

Esta semana a revista brasileira "Veja" se perguntava de forma irônica em sua capa: "Depois do preço das passagens, a vez da corrupção e da criminalidade?". "Isso é o que nos criticam os meios da direita", salienta Caio Tendolini. "Eles atacam o governo pela corrupção e a insegurança. E pretendem ridicularizar o protesto. Mas reclamar que não aumentem o preço do transporte é algo tangível, concreto. Acabar com a corrupção, não."

#OGiganteAcordou #VemPraRua #TodosUnidosPorUmBrasilMelhor 
#BrasileirosUnidosJamaisSerãoVencidos #Revolução #MudaBrasil #NãoSãoSó20Centavos

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Personagem da Semana: Harry Potter
Imagino que, como eu, vários cresceram com o Harry Potter. E eu digo isso literalmente. Lembro que o primeiro livro lançou no Brasil quando eu tinha exatamente 11 anos, a mesma idade de Harry. E quando eu comprei, quase ninguém conhecia ainda a obra de J. K. Rowling, uma amiga minha que leu e me indicou (eu sempre fiz parte do núcleo nerd da escola).
Foi amor a primeira lida. E parece que com o mundo todo foi assim. Porque logo que eu terminei de ler, Harry Potter começou a bombar entre os mais vendidos do país e do mundo. Todos amavam Harry Potter. E com certeza fez com que muitas crianças (e alguns adultos também) passassem a ter prazer na leitura.
Imagino que como eu, quase todos que estão vendo esse post hoje também já devem ter lido os livros ou, pelo menos, visto os filmes. Então vou fazer um enfoque um pouco diferente do que o normal. Vou deixar a história em si um pouco de lado e tentar desvendar ao máximo o “por trás das páginas” (porque todos já devem estar cansados de saber que ele é um menino órfão com uma cicatriz misteriosa na testa, que foi criado pelos tios nazistas, era obrigado a dormir no armário embaixo da escada, até que um dia um homem gigante foi procurá-lo, etc etc etc).
E como vocês puderam notar no título, eu separei este personagem em duas partes. Já que o conteúdo de Harry Potter é muito extenso, achei que seria melhor assim.
O nascimento de Harry Potter
Em 1990, J.K. Rowling estava em um trem indo de Manchester para Londres, quando, segundo ela, a ideia de Harry Potter simplesmente brotou em sua cabeça.
No seu site, Rowling conta como foi:
“I had been writing almost continuously since the age of six but I had never been so excited about an idea before. […] I simply sat and thought, for four (delayed train) hours, and all the details bubbled up in my brain, and this scrawny, black-haired, bespectacled boy who did not know he was a wizard became more and more real to me.”
Traduzindo:
“Tenho escrito continuamente desde os seis anos de idade mas nunca estive tão excitada com uma idéia antes. [...] Eu simplesmente sentei e pensei, por quatro horas (trem atrasado), e todos os detalhes borbulharam em meu cérebro, e este garoto de óculos e cabelos pretos que não sabia que era um bruxo tornou-se mais e mais real para mim.”
E naquela mesmo noite, ela começou a escrever Harry Potter e a Pedra Filosofal e um plano que incluía os enredos de cada um dos 7 livros, além de informações biográficas e históricas de cada um de seus personagens e de todo o universo HP.
Em 1996, J. K. Rowling terminou seu primeiro livro, porém 8 editoras recusaram seu manuscrito. Até que Bloomsbury ofereceu 3.000 libras adiantadas, e Harry Potter e a Pedra Filosofal foi publicado em 1997.
Curiosidade: Antes do livro ser lançado, a editora pediu para Rowling adotar um pseudônimo mais neutro, pois eles temiam que os meninos não se interessassem em ler um livro escrito por uma mulher. É, o mundo ainda é bem difícil para nós, mas enfim…
O que você não sabe sobre os livros
Veja algumas pequenas curiosidades e alguns erros/contradições de cada um dos livros de Harry Potter:
Harry Potter e a Pedra Filosofal
• Enquanto Harry está sendo escolhido para qual casa vai, antes dele era “Perks, Sally-Anne”. Porém, em Harry Potter e a Ordem de Fênix, antes dele era “Patil”. Mesmo ela sendo do mesmo ano que ele, ela não foi mencionada em nenhum outro livro.
• Ainda quando as crianças estão sendo “sorteadas” para cada casa, Harry olha para o lado e vê apenas mais três crianças. Mas a profa. McGonagall chama mais quatro crianças. Esse foi um erro editorial da versão inglesa para a versão estadunidense.
• Neste livro, Draco Malfoy era chamado de “Drago” na versão brasileira. Depois do segundo livro isso foi alterado.
• Na lista de materiais para Hogwarts, o item “1 varinha” é listado duas vezes. É o primeiro e último da lista. Nas outras edições isso foi corrigido.
• Enquanto luta no xadrez gigante, Rony diz que vai mover um passo adiante para a rainha levá-lo. O menino estava jogando com o cavalo, então esse movimento seria impossível. Isso foi corrigido nas outras edições.
• A bordo do Expresso de Hogwarts, Rony tenta usar um feitiço que um de seus irmãos gêmeos lhe ensinou em seu rato Perebas. Em inglês a frase é: “Sunshine, daisies, butter mellow. Turn this stupid, fat rat yellow.” No entanto, tendo nascido em uma família formada inteiramente por bruxos, ele deveria saber que não existem feitiços tão longos, e muito raramente são em inglês.
• Quando os Dursley deixam Harry pela primeira vez na plataforma 9 ½, eles saem dando risada achando que Harry não conseguiria partir, por não haver nada ali. Porém, no último livro, vendo as lembranças de Snape, ele vê a tia Petúnia na plataforma. Ela sabia que a plataforma existia porque deixou sua irmã ali.
Harry Potter e a Câmara Secreta
• Hermione diz que a Murta Que Geme assombra o banheiro do primeiro andar. Mas quando Harry vê a placa ao lado do banheiro, ele está no segundo andar (essa confusão pode ter sido feita pelo jeito inglês de numerar andares).
• Quando Harry vê Draco com seu pai na Borgin e Burke’s, um amaldiçoado colar de opala é descrito. Esse é o colar usado em Harry Potter e o Enigma do Príncipe.
• Sendo que Nick-Quase-Sem-Cabeça é um fantasma, ele não poderia ser petrificado já que não pode beber poções.
• Em cada uma das versões o nome de Tom Marvolo Riddle é alterado para que o anagrama possa se tornar o equivalente a versão em inglês “I am Lord Voldemort” (Eu sou Lord Voldemort).
Harry Potter e o Prisioneiro de Askaban
• Apenas este livro e o Enigma do Príncipe é que a arte da capa dos EUA e do Reino Unido mostram a mesma cena e os mesmos personagens.
• O Prisioneiro de Askaban é o único livro que não possui um capítulo com o mesmo nome do título, além da Pedra Filosofal.
• Apesar de ser um livro particularmente sombrio, é o único em que nenhum personagem morre durante a história.
• Também é o único livro em que Voldemort não é visto, apenas mencionado.
• Uma das maiores morais do livro é que nenhuma habilidade que alguém possa ter torna quem ele é, mais sim suas escolhas. Porém, o clímax do livro cria um possível paradoxo de predestinação, o que, essencialmente, nega a doutrina do livre-arbítrio.
• Esse é o único livro em que o antagonista principal não é influenciado direta ou indiretamente por Voldemort.
Harry Potter e o Cálice de Fogo
• Esse é o único livro em que o nome de uma pessoa real é mencionado: Natalie McDonald, que era uma criança doente em estado terminal. Um amigo de Rowling pediu para fazer este favor a Natalie. Com exceção das pessoas do passado, como Nicolas Flamel, este é o único Harry Potter que honra desta forma um indivíduo.
• Dumbledore diz ter um brilho de triunfo por Voldemort usar o sangue de Harry para restaurar o seu corpo. Na época, Rowling afirmou que isso seria muito significativo. E realmente foi, como se pode descobrir em Harry Potter e as Relíquias da morte. Já que, enquanto Voldemort estivesse vivo, Harry não poderia morrer.
Harry Potter e a Ordem da Fênix
• Antes de sair, um dos rumores dizia que o título deste livro seria “A Montanha da Fantasia”.
• O número de telefone do Ministério da Magia é 62442, o que soletra “magic” nas teclas de um telefone.
• Durante um encontro no Cabeça de Javali, Dennis Creevey aparece. Porém, no quinto ano de Harry, Dennis está apenas no segundo ano, sendo assim, ele não poderia ter autorização para ir a Hogsmeade.
• Umbridge diz na primeira detenção de Harry que é para o garoto estar na sala dela as 5 em ponto. Mas depois o livro diz que Harry janta antes de ir para a detenção, fazendo com que o jantar em Hogwarts saia pelo menos as 4 horas, o que é pouco provável.
Harry Potter e o Enigma do Príncipe
• O nono capítulo diz que “Draco tinha um olhar em seu rosto parecido com o que teve quando Hermione o socou”. Mas no Prisioneiro de Azkaban diz que a menina apenas deu um tapa nele. Já no filme, ela dá um soco mesmo.
Harry Potter e as Relíquias da Morte
• Esse livro é conhecido por suas profanações. Dumbledore chama as 3 crianças que atacaram sua irmã de “bastards” (bastardos). Hermione chama Rony de “arse” (burro). Molly Weasley chama Bellatrix de “Bitch” (bitch).
OBS: provavelmente a quantidade de erros foi diminuindo com o passar dos anos pela quantidade de revisores que eles foram contratando.
Fim da parte 1 (aguardem a parte 2 ainda essa semana)
Boa tarde! Tem coisa melhor pra fazer num sábado chuvoso do que ler um bom livro?? Na minha opinião não, então vai ai uma lista de livros mega-legais pra fazer você literalmente "entrar" na história.


1.       Harry Potter – J.K.Rowling
 Quem nunca ouviu falar da história do bruxinho mais famoso do mundo? A Saga de Harry Potter ja vendeu mais de um bilhão de exemplares que foram traduzidos para mais de 67 idiomas. Composta por 7 livros, neles Harry, Rony e Hermione lutam contra Comensais da Morte e contra Voldemort para conseguir a paz na comunidade bruxa.
2.   Percy Jackson e os Olimpianos Rick Riordan
Essa é pra quem gosta de mitologia grega, nesta saga Percy, um menino "comum" com dislexia descobre que é livro do deus grego Poseidon. Com seus amigos do Acamamento Meio-Sangue ele tem que salvar o Olimpo de uma destruição que acabaria com o futuro da Terra.
3.      O Livro Das Garotas Audaciosas Miriam Peskowitz e Andrea Buchanan
 Neste livro você vai aprender sobre tudo que uma garota deveria saber (e isso não quer dizer pregar botões), Para todas as garotas de espírito independente e uma queda para encrencas, um guia de aventuras proibido para meninos.O livro perfeito para garotas de 8 a 80 anos.
4.     “Crepúsculo” Stephenie Meyer
Poderia ser como qualquer outra história não fosse um elemento irresistível: o objeto da paixão da protagonista  é um vampiro. Assim, soma-se à paixão um perigo sobrenatural temperado com muito suspense, e o resultado é uma leitura de tirar o fôlego - um romance repleto das angústias e incertezas da juventude - o arrebatamento, a atração, a ansiedade que antecede cada palavra, cada gesto, e todos os medos. 
5.       “As Vantagens de Ser Invísivel” – Stephen Chbosky
Sabe aquele livro que você termina e ainda não consegue parar de pensar nele? Então! As vantagens de ser ínvisivel conta a história de Charlie, um adolescente que manda cartas falando de sua vida para um anônimo. O melhor é que o filme baseado no livro já está nos cinemas e tem o Logan Lerman e Emma Watson no elenco!
6.     “O Diário de Anne Frank” – Anne Frank
Esse é um clássico e acho que todo mundo devia ler pelo menos uma vez! Anne foi uma garota judia que viveu durante a segunda guerra mundial, ela passou anos num esconderijo e escreveu no seu diário até ser mandada para um campo de concentração ): Depois que a guerra terminou, o pai dela publicou!